Soltar as âncoras e recomeçar.


Recomeços.
Recomeçar.
Isso nunca foi fácil, mas chega uma hora que nosso coração pede, implora pra gente recomeçar do zero. E quem disse que não é para dá ouvidos ao coração? Podemos e na maioria das vezes devemos parar e escutar o que ele diz, o que ele pede. É tão bom se sentir bem quando fazemos uma escolha que vem do coração. Se sentir bem com nossas decisões, com os caminhos que vamos escolhendo. Isso é viver, é viver bem, viver leve.
E para viver uma vida leve, às vezes ou na maioria das vezes temos que recomeçar. Parar, pensar, decidir, soltar as âncoras, levantar e seguir adiante. Isso é a vida, ela nos obriga a viver em movimento, mesmo quando o que mais queremos é ficarmos paradinhos onde nós estamos, a vida vem e faz a gente se lenvantar e vai nos provocando até termos alguma reação. E se reagirmos é sinal de que estamos vivos, e está vivo já é uma benção tão grande que não deveríamos deixar para depois o que nos faz bem.  
E se o que vai nos fazer bem é recomeçar, então recomece, solte as âncoras, as amarras, mude de opinião se for preciso (mas mude se for o que você quer, não por que os outros querem), mude de casa, de cidade, ou mude os móveis de lugar. Mas mude, mudanças não são ruins, e até as que parecem horríveis vai te trazer coisas boas, podemos demorar para perceber as coisas boas, mas elas vem. Não se assuste com mudanças, se assuste em ficar parado no mesmo lugar sempre.
Soltei as âncoras e agora estou velejando levemente por essa vida.



Li e gostei: Dos caras que tive ♥ Coração Fechado, Juliana Manzato


Eu já bati a porta na cara do amor. Logo eu, que mais acredito nesse sentimento e sou apaixonada por ele. Acontece com todo mundo, e comigo não foi diferente.
Depois que alguns anos passam, a gente percebe que não adianta levar aquilo que não faz o coração bater mais forte. É, forçar a barra, investir em um relacionamento que não vai acontecer, fingir gostar de alguém que não está nos seus pensamentos ao acordar e assim segue a catastrófica tentativa de gostar de alguém que você nunca esteve tão afim. Acho triste pensar como alguém faz isso, mas eu já fui esse alguém e ele, o cara que estava comigo, sofreu. O problema nunca foi ele, fui eu. Clichezão que cai como uma luva todas as vezes que lembro da nossa história.
Aceitei o namoro por que não tinha como escapar, os amigos, a família e a situação em si. Todos os dias eu acordava com o coração apertado, ele era um cara muito legal, mas não para mim. Às vezes é assim, todas as qualidades que procuramos em alguém está justamente naquele que não te dá um pingo de frio na barriga.
Não consegui levar a situação por muito tempo, estava passando por uma fase difícil, dúvidas, miúdos que pingavam na minha cabeça e logo transbordaram o meu copo já cheio. O término doeu, mas não consegui derrubar uma lágrima por ele. Estado de choque me definiu bem, falta de sentimento também.
Errei com ele, tentei me desculpar em vão. Coração quebrado não se pega com a mão. Levei por um tempo a culpa comigo, para depois abandoná-la em uma esquina qualquer. Todo mundo erra.
Aprendi com ele que é preciso olhar para alguém mais de uma vez para se apaixonar. Que o frio na barriga e coração disparado são os primeiros sinais que devem ser levados em consideração e se continuarem pelos próximos encontros, a felicidade pode estar ali na frente. Caso nada disso aconteça, um beijo de despedida e nada mais. Peso só serve para segurar papel. Amor é leve.
Sobre esse cara que tive, não falo mais, encontro vez ou outra e tenho absoluta certeza que apesar de todo o sofrimento que causei, foi melhor assim. Cada um para o seu lado, arrumando o seu canto e catando os próprios cacos. Foi melhor ter pego a contra mão.
Ele foi o meu mais sincero “foi melhor assim”.
(Fonte AQUI)

Filme que vi: S.O.S. Mulheres ao Mar


Sinopse: Adriana (Giovanna Antonelli) não está em um bom momento. Ela não consegue que alguma editora publique seus livros e, para ganhar a vida, legenda filmes pornôs. Para piorar a situação, seu marido Eduardo (Marcello Airoldi) decide pedir o divórcio. Em meio à fossa da separação, ela descobre que o ex fará um cruzeiro ao lado da nova namorada, Beatriz (Emanuelle Araújo), uma estrela da TV. Incentivada pela irmã Luíza (Fabíula Nascimento), as duas decidem embarcar no mesmo cruzeiro para que Adriana tenha a chance de reconquistá-lo. A empregada Dialinda (Thalita Carauta), que tenta ajudar a patroa a todo custo, acaba também embarcando nesta aventura.

Direção: Cris D'Amato
Gênero: Comédia/Romance
Origem: Brasil

Duração: 94 minutos
***
Nossa quanto tempo que eu não assisto um filme, nacional então nem se fala! Aproveitei que estou de folga estendida esses dias pra poder assisti filmes, e pra começar escolhi esse nacional que foi lançado há alguns meses. E foi a escolha perfeita para um domingo chuvoso.
Adriana: Pois é dona Sonia, a vida me trouxe até aqui. E agora o que eu faço?
Sonia: A vida nos surpreende com coisas que a gente nem imagina.
Adriana foi abandonada pelo marido, e fica arrasada, um casamento de 10 anos não pode acabar assim do nada, e não foi do nada, ele já está com outra e embarcando em um cruzeiro para a Itália. A irmã dela Luíza resolve carregá-la para esse cruzeiro, e a empregada Dialinda vai de penetra. Entre se divertir, e querer se vingar do ex marido. Adriana conhece André, de uma forma super engraçada.
Sonia: A vida também é um milagre, independente da forma que ela se apresenta. 
Vida não tem definição. Afinal o que seria do poeta sem a tristeza para alegrar a alma.
Eu rolei de ri, se uma coisa que brasileiro sabe fazer bem é comédia, e eles capricharam nesse filme, tem romance, tem lição de vida e muita risada. Impossível não ri quando a Dialinda aparece e começa a tocar Show das Poderosas. Outro ponto positivo, as cenas na Itália, na verdade são poucas, mas vocês sabem não posso ver que já fico com vontade de conhecer, e as cenas ficaram maravilhosas.
Adriana: Felicidade não é uma obrigação, felicidade é uma opção.
Cinco estrelas fácil! Brasil arrasando nos filmes :D

Li e gostei: Destinados, Juliana Manzato


(imagem reprodução)

Faz algum tempo que aprendi a ter fé no destino, porque para mim o maior significado dele é Deus. É Ele que une as pessoas, que encerra e inicia ciclos, e faz com quê muito dos nossos desejos se torne realidade. Bonito isso, né? Deus na forma mais pura depois do amor e oração.
É acreditando nele todo santo dia que não crio mais expectativas em relação às situações ou pessoas. Ele sabe a hora exata do encaixe, do abraço apertado, beijo de despedida, encontros sem hora marcada, saudade no peito e desejo de estar junto. Destino é peito cheio e linha infinita.
Depois que a gente entende que não mandamos em nada e que planejamento só serve para dar errado ou atraso, fica claro que somos verdadeiros destinados. Nada acontece ao acaso. Tudo já estava escrito naquela linha infinita. Como sempre ouvi, tudo que tiver que ser, será. Não adianta ficar ai brincando de murro em ponta de faca, coração na boca e ansiedade crônica. Nada vai sair do jeito que queremos justamente por ter alguém muito superior que pensa em nós.
Os “destinados” entendem que precisam estar exatamente onde estão justamente para plantarem sementes e fazerem a colheita no momento certo. Seja tristeza ou felicidade, encontros e desencontros, a gente muda, o destino não.
Somos destinados a ser. Crescimento, amadurecimento, paciência, um pouquinho de amor e tudo já não é como antes. O emprego do sonhos vai ser seu, se você lutar para que ele seja. O cara “certo” chega quando você menos procurar. A dor passa. O amor renasce. A esperança é a última que morre e ter fé em Deus, é acreditar que o destino também é milagre.
Acreditar no destino não é ficar parado esperando coisas caírem do céu, pelo contrário, é movimentar a terra e plantar as sementes. Os brotos aparecem sempre vão aparecer. O exemplo é simples, plante um feijão no algodão. Você até sabe que o broto está para nascer e quando menos espera, lá esta a pequena folha.
A vida imita a analogia, plante, cuide e faça a colheita. Destino também é merecimento.
(Fonte AQUI)


Livro que li: Meninas de Calça, O Terceiro Verão da Irmandade


Sinopse: Gostosas, confortáveis e sábias, as Calças Viajantes finalmente estão de volta. Até porque, antes delas, Bridget, Carmen, Tibby e Lena não se davam conta de que eram maiores e mais fortes que o tempo que passavam juntas. A palavra amigas, aliás, não descreveria de forma suficiente o que sentiam umas pelas outras. E assim, cada vez mais unidas, chegaram a outro verão, o último antes de partirem para a universidade, o último em que estarão juntas de verdade antes de rumarem ao início de suas vidas adultas.
Em 'Meninas de calças - O terceiro verão da Irmandade', os destinos das quatro jovens estão se definindo. Carmen, por exemplo, decide tomar conta da avó de Lena e acostuma-se com as mudanças em casa; Lena pode ter o plano de ir para a Escola de Artes vetado pelo pai; Bridget acha uma surpresa no campo de futebol onde trabalha; e Tibby descobre-se muito mais forte do que imagina.
Autor: Ann Brashares
Nº de Páginas: 375
Editora: Rocco:
***
Tantas coisas aconteceram com a irmandade nos dois primeiros verões que elas nem imaginam que muito mais pode acontecer.
Bridget: Certas qualidades você possui sem cuidar. E não consegue recuperá-las quando vão embora. O próprio ato de cuidar impossibilita recuperá-las.
Lena, sem dúvida a minha personagem favorita, tem que lutar não pelo amor de Kostos, mas sim pelo amor as Artes, os pais a proíbem de cursar a universidade que ela sempre sonhou, e ela tenta ganhar uma bolsa, nesse processo ela acaba conhecendo mais das pessoas ao seu redor, e sobre ela mesma.
Tibby não consegue admitir seus sentimentos pro Brian, e o medo a impede de seguir em frente, mas ela passa por uma experiência incrível que a transforma completamente.
Carmem, continua a mesma dramática de sempre, essa é a personagem que mais me faz passar raiva, mas não consigo deixar de gostar dela, acho que me identifico um pouco com ela :/
E Bridget, a que mais me surpreendeu! Ela reencontra com Eric e dessa vez faz tudo do jeito certo, ela ainda tem muito da Bridget do primeiro livro, mas nesse percebi o quanto ela amadureceu, e nesse terceiro livro ela me encantou totalmente.
Win: Às vezes, acho que, quanto mais sentimentos você tem por uma pessoa, mais difícil é imaginar o rosto dela quando está distante.
E com todos problemas, dúvidas e dramas, o maior deles é que logo elas se formam, e não vai ser apenas no verão que vão estar separadas, será durante todo o ano. E o medo do desconhecido apavora as quatro durante todo o verão. E me deixa angustiada para o próximo livro, mas o final é tão lindo *-* A amizade delas é tão incrível, dá uma vontade imensa de ter amigas assim, unidas mesmo quando estão longe.






Comprinhas nas Lojas Renner e mais...



Eu sei, já tem quase um mês que postei esse vídeo no You Tube, e demorei demais pra postar aqui, é que minha vida tá uma correria tão boa, e quando tenho um tempinho acabo aproveitando minha família, cuidando de mim e da casa, e com isso abandonei o blog um pouquinho. E vai ser assim a partir de agora, não vou abandonar, mas vou postar menos do que previa. As prioridades da vida vai mudando não é mesmo?
Agora vejam as minha comprinhas favoritas do mês passado hehe.


Tirei algumas fotos, ficou faltando a calça verde, a blusa rosa e as peças do Passarela. Mas ok haha


Beijos!!!